Visto D6 Portugal

Sua família unida em qualquer lugar do mundo.

Mudar de país só faz sentido se for para estar ao lado de quem amamos. O Visto D6 é a ferramenta jurídica que permite aos familiares de um residente legal entrarem em Portugal com os mesmos direitos de moradia, trabalho e estudo desde o primeiro dia.

O que é o Visto D6?

A via consular para a família

O Visto D6 (ou Visto de Residência para Reagrupamento Familiar) é solicitado ainda no Brasil, permitindo que os familiares viajem para Portugal já com a situação regularizada.

Diferente de entrar como turista e tentar o reagrupamento lá dentro (um processo que hoje enfrenta longas filas na AIMA), o Visto D6 garante que seu cônjuge e filhos cheguem com o direito de residência pré-aprovado, podendo trabalhar e matricular-se em escolas imediatamente. É a escolha responsável para quem preza pela segurança dos seus entes queridos.

Quem tem direito a ser reagrupado?

Membros da família elegíveis

A lei portuguesa define quem pode acompanhar o titular da residência (o "reagrupante").

1

Núcleo Familiar Direto

Cônjuge ou Companheiro(a): Casados ou em União Estável (União de Facto) devidamente comprovada.

Filhos Menores: Filhos do casal ou de um dos cônjuges (enteados), menores de 18 anos.

2

Filhos Maiores

Filhos solteiros, maiores de 18 anos, que estejam a cargo dos pais e matriculados em estabelecimento de ensino em Portugal.

3

Ascendentes (Pais e Sogros)

Pais do residente ou do cônjuge, desde que estejam a cargo (dependentes financeiramente) ou tenham mais de 65 anos (onde a dependência é presumida, mas a comprovação de renda ainda é necessária).

4

Irmãos Menores

Desde que estejam sob a tutela legal do residente.

Requisitos Financeiros (A Regra de Ouro)

Sustento da família em Portugal

Para ter o visto aprovado, o titular (reagrupante) deve provar que possui meios de subsistência para sustentar a si mesmo e aos familiares que está trazendo. 

O cálculo é feito com base no Salário Mínimo Nacional Português (SMN):

Titular (Reagrupante): 100% do salário mínimo.

Cada Adulto Reagrupado (Cônjuge/Pais): + 50% do salário mínimo.

Cada Criança/Menor Reagrupado: + 30% do salário mínimo.

Exemplo: Um casal com um filho precisa comprovar uma renda estável (ou poupança) equivalente a 180% do salário mínimo português.

Nosso Processo: Unindo famílias com agilidade

Cuidamos de quem você ama

1

Planejamento Familiar

Analisamos a renda do titular para garantir que ela cobre todo o agregado familiar segundo as regras do consulado.

2

Comprovação de Vínculos

Organizamos certidões de casamento, nascimento e provas de união estável ou dependência financeira (para pais/filhos maiores).

3

Protocolo Simultâneo ou Sucessivo

Definimos a melhor estratégia: pedir o visto da família junto com o do titular (simultâneo) ou após o titular já ter a residência (sucessivo).

4

Emissão e Chegada

Monitoramos o visto e preparamos a família para a regularização final na AIMA em Portugal.

Não deixe sua família para trás.

Garanta que a mudança para Portugal seja uma experiência segura para todos. Preencha o formulário para analisarmos a elegibilidade da sua família para o Visto D6.

FAQ

Dúvidas comuns sobre o Visto D6

O cônjuge pode trabalhar com o Visto D6?

Sim! Uma das grandes vantagens do reagrupamento é que o familiar reagrupado (marido/esposa) recebe uma Autorização de Residência que permite trabalhar legalmente em Portugal desde o primeiro dia, sem restrições.

Posso levar minha namorada(o)?

"Namoro" não dá direito ao visto. Portugal reconhece a União de Facto (União Estável), mas ela deve ser devidamente comprovada (escritura pública, tempo de coabitação superior a 2 anos). Se for apenas namoro recente, não se enquadra.

Meus pais podem ir comigo?

Podem, mas é mais complexo que cônjuges/filhos. Se tiverem menos de 65 anos, é obrigatório provar que eles dependem financeiramente de você no Brasil (remessas de dinheiro, contas pagas). Se tiverem mais de 65 anos, a dependência é presumida, mas você ainda precisa provar que tem renda para sustentá-los em Portugal.

É melhor pedir tudo junto ou o titular ir na frente?

O pedido simultâneo (titular + família entregam juntos no Consulado) é o ideal para que todos viajem juntos. Porém, exige uma comprovação financeira robusta desde o início. Analisamos o seu caso para recomendar a via mais segura.

Filhos maiores de idade entram?

Apenas se forem solteiros e estiverem matriculados em uma instituição de ensino em Portugal. Filhos maiores que não estudam ou que são casados não têm direito ao reagrupamento (devem buscar o próprio visto, como trabalho ou estudo).

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