Se você já construiu sua estabilidade financeira no Brasil, o Visto D7 Portugal é o seu passaporte para viver na Europa. Desfrute da segurança, do clima ameno e da cultura portuguesa sem precisar trabalhar ativamente no país, com residência legal e estabilidade.
O Visto D7 Portugal é o visto de residência destinado a cidadãos estrangeiros que vivem de rendimentos próprios, como aposentadorias, pensões, aluguéis de imóveis ou rendimentos de investimentos financeiros.
Diferente dos vistos de trabalho ou de investimento elevado (como o Golden Visa), o D7 foca na capacidade de autossustento. É a opção ideal para aposentados e titulares de renda passiva que desejam morar em Portugal com qualidade de vida e planejamento de longo prazo que desejam fixar residência em Portugal e aproveitar o baixo custo de vida comparado a outros países europeus.
Para ser elegível ao Visto D7, você deve comprovar que possui uma renda mensal regular, previsível e estável, proveniente de fontes passivas, ou seja, que não dependem do exercício de atividade profissional ativa.
Fontes Aceitas:
Aposentadorias e Pensões (INSS ou Previdência Privada).
Rendimentos de Aluguéis de Imóveis.
Dividendos de empresas (desde que você não exerça função executiva remunerada).
Juros e rendimentos de aplicações financeiras.
Valores Mínimos de Referência (Anual):
O governo português exige a comprovação de meios de subsistência correspondentes, no mínimo, a 12 meses do Salário Mínimo Nacional vigente, preferencialmente depositados em conta bancária em Portugal.
Titular: 100% do salário mínimo.
Cônjuge/Pais: 50% do salário mínimo.
Filhos: 30% do salário mínimo.
Dica de Especialista: Recomendamos sempre comprovar um valor superior ao mínimo para garantir uma aprovação tranquila
Embora o antigo Regime do Residente Não Habitual (RNH) tenha sido reformulado, Portugal ainda oferece regimes fiscais competitivos para novos residentes, dependendo do perfil de rendimentos e enquadramento tributário.
Como residente D7, você tem acesso ao Serviço Nacional de Saúde (SNS) português, pagando apenas taxas moderadoras simbólicas.
Sim! Embora o visto seja para quem vive de renda, nada impede que você exerça uma atividade profissional em Portugal se desejar, após obter a residência.
Após 5 anos de residência legal, você pode solicitar a nacionalidade portuguesa.
Avaliamos suas fontes de renda para assegurar que se enquadram no conceito de renda passiva exigido pelo Consulado, reduzindo riscos de exigências ou indeferimento.
Auxiliamos na obtenção do NIF e na abertura de conta bancária em Portugal, etapa essencial para demonstrar capacidade financeira e planejamento.
Orientamos na contratação de um alojamento válido e do seguro saúde/PB4.
Submetemos o pedido na VFS Global e monitoramos até a emissão do visto e a entrega do título de residência.
Se você já tem sua renda garantida, nós garantimos o caminho legal. Preencha o formulário para analisarmos a viabilidade do seu Visto D7.
Não. Salário de trabalho (mesmo remoto) é considerado renda ativa. Para nômades digitais e trabalhadores remotos, o visto correto é o D8 (Nômade Digital). O D7 é exclusivo para renda passiva (aposentadoria, aluguel, investimentos).
Além de comprovar a renda recorrente mensal, você deve ter depositado em uma conta (preferencialmente em Portugal) o equivalente a 12 meses dessa renda mínima. Exemplo para um casal: (100% + 50%) x 12 meses do salário mínimo português vigente.
Sim! Se você comprar um imóvel em Portugal antes do visto, a escritura serve como comprovante de alojamento, fortalecendo ainda mais o seu pedido.
Não é obrigatório transferir o benefício direto para lá, mas você precisará enviar recursos regularmente para se manter. Existem acordos para evitar a bitributação, e nós podemos indicar parceiros fiscais para otimizar isso.
O D7 é um dos vistos mais processados. O prazo legal é de 60 dias, e geralmente segue esse fluxo, dependendo da demanda consular.