Trabalhe para empresas globais com os pés na Europa. O Visto Nômade Digital Portugal (D8) foi criado para profissionais remotos e freelancers que desejam a qualidade de vida de Portugal sem abrir mão de suas carreiras internacionais.
O Visto Nômade Digital Portugal (D8) é o visto de residência criado por Portugal em resposta à consolidação do trabalho remoto global. Ele permite que profissionais que prestam serviços ou trabalham para empresas sediadas fora de Portugal fixem residência no país.
Ele permite que profissionais que prestam serviços ou trabalham para empresas sediadas fora de Portugal fixem residência no país, mantendo sua renda no exterior. Trata-se de um enquadramento legal específico para quem exerce atividade profissional ativa de forma remota.
Para ser elegível ao Visto D8, você deve comprovar que seu trabalho é realizado integralmente à distância e que possui rendimentos consistentes e suficientes para se manter em Portugal.
Trabalho Subordinado: Contrato de trabalho ou declaração do empregador confirmando que as funções são exercidas remotamente.
Prestação de Serviços (Freelancer): Contrato de prestação de serviços com clientes estrangeiros ou documentos constitutivos de empresa própria (PJ).
Regra Chave: A fonte pagadora deve estar fora de Portugal.Não é permitido prestar serviços ou ter vínculo empregatício com empresas portuguesas no D8.
Este é o critério mais rigoroso do D8. Você deve comprovar uma renda média mensal nos últimos 3 meses de, no mínimo, 4 vezes o salário mínimo português vigente.
Valor de Referência (2024/2025): Considerando o aumento do salário mínimo, o valor exigido gira em torno de €3.280,00 a €3.500,00 mensais (aproximadamente R$20.350,00 a R$21.710,00 - a depender da cotação).
Apresentar comprovante de residência fiscal no país de origem (Brasil).
O D8 oferece duas opções, dependendo de quanto tempo você quer ficar:
Para quem quer morar em Portugal por mais de 1 ano. Permite obter o cartão de residência, acesso à saúde pública e contagem de tempo para cidadania.
Para quem quer passar uma "temporada" (até 12 meses) sem intenção de se fixar permanentemente. Exige menos burocracia no alojamento, mas não dá direito ao cartão de residência.
Revisamos contratos de trabalho ou prestação de serviços para garantir que a cláusula de trabalho remoto esteja clara e adequada à análise consular.
Organizamos extratos bancários e comprovantes de renda para demonstrar a média mensal exigida.
Orientamos na obtenção do NIF e na contratação de moradia adequada ao tipo de visto escolhido.
Submetemos o pedido e monitoramos o processo para que você planeje sua viagem com segurança.
Portugal é um dos destinos mais procurados do mundo por nômades digitais. Preencha o formulário e receba uma análise especializada sobre a viabilidade do seu Visto D8 Portugal.
Não necessariamente a renda mensal, mas você precisará abrir uma conta em Portugal para depositar a "garantia" de subsistência (geralmente 12 salários mínimos) e para despesas do dia a dia.
Sim! Desde que você consiga provar através do contrato social da empresa e de extratos bancários que a sua renda vem dessa atividade e atinge o valor mínimo exigido.
Sim, na modalidade Visto de Residência. Você pode reagrupar cônjuge e filhos, desde que comprove renda adicional para sustentá-los (+50% para adulto, +30% para criança sobre o salário mínimo base, não sobre o valor de 4x).
Se a sua renda é passiva (aluguéis, aposentadoria), você pode tentar o D7. Se é renda de trabalho e não atinge o teto do D8, infelizmente o D8 não se aplica, sendo necessário avaliar outras vias ou aumentar a renda declarada.
Ao se tornar residente fiscal em Portugal (ficando mais de 183 dias), você passa a declarar imposto lá. No entanto, Portugal possui acordos de não-bitributação com o Brasil e regimes fiscais (como o novo RNH restrito) que podem ser vantajosos. Recomendamos uma consulta fiscal específica.